
Acquaride
Mais contato com a água e uma descida dinâmica pelas corredeiras.
Explore 1,5 km do Rio do Peixe em um bote individual de acquaride, usando as mãos para conduzir a descida por sete corredeiras.
O acquaride é uma atividade aquática brasileira derivada do boia-cross. O participante utiliza um bote individual e se desloca deitado, com maior contato do corpo com a água e uso das mãos para direcionar a progressão.
O percurso acontece em um trecho de aproximadamente 1,5 km do Rio do Peixe, com sete corredeiras. A operação é conduzida por equipe posicionada ao longo dos pontos principais, chamando um participante por vez e reorganizando o grupo após cada descida.
Nível
Moderado / aquático
Percurso
1,5 km e 7 corredeiras
Duração total
Aproximadamente 2h30
Idade mínima
10 anos
Peso máximo
85 Kg
Época de operação
Novembro a abril, conforme o nível do rio
Como é a experiência
É uma atividade contemplativa, mas com mais intensidade física e contato com a correnteza do que o boia-cross. O
participante recebe capacete, colete flutuante, caneleira e joelheira flutuante, além de orientações de posição,
frenagem, direção e conduta no rio.
Como funciona
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Equipagem na base.
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Deslocamento até o rio.
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Briefing e treinamento de adaptação ao bote.
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Descida individual das corredeiras com orientação da equipe.
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Reagrupamento e retorno.


Quem pode participar
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A partir de 10 anos.
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Bom condicionamento físico e capacidade de manter a posição no bote.
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Peso máximo de 100 kg.
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Não é necessário saber nadar.
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Não indicada durante a gestação, para pessoas com mobilidade reduzida ou com condições osteoarticulares da coluna que possam ser agravadas.
O que usar e levar
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Bermuda ou legging, camiseta leve e roupa de banho por baixo.
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Tênis que possa molhar, com solado aderente.
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Prendedor para cabelos compridos.
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Roupa de neoprene opcional para conforto térmico.

Acesso e logística
A operação inclui o deslocamento organizado entre a base e o ponto de entrada no rio. As informações exatas são enviadas após a reserva.

Melhor época e condições de operação
Realizada no período de maior volume de água, normalmente entre novembro e abril. A saída depende da avaliação da vazão e das condições de segurança.






















